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Quanto custa um site para empresa? O que entra no preço, e o que não deveria entrar

Site para empresa não tem preço de prateleira, mas tem critério. Veja o que pesa no orçamento, o que não deveria pesar e como saber o valor antes de assinar.

07 de out. de 20265 min de leituraquanto custa um site para empresa

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Quem pesquisa quanto custa um site para empresa normalmente já recebeu dois orçamentos que não conversam entre si: um muito barato, que parece bom demais, e um caro, que ninguém conseguiu explicar. A diferença quase nunca está na tecnologia. Está no que cada proposta chama de "site".

Este texto não traz uma tabela, porque uma tabela honesta não existe. Traz o que realmente faz o preço subir ou cair e um jeito de saber o seu valor antes de se comprometer.

Primeiro: para que o site existe

Antes de falar de preço, vale responder uma pergunta que muda o orçamento inteiro: o que o cliente precisa ver antes de chamar você?

Para uma empresa de serviços, o site raramente é vitrine. Ele é a etapa que vem antes da proposta. O cliente encontra a empresa por indicação, pelo Google ou por um anúncio, abre o site e decide, em poucos segundos, se vale mandar mensagem. Se o site não explica o que a empresa resolve, para quem e com que prova, o contato vai para quem explicou.

Essa resposta define o tamanho do trabalho. Um site que só precisa provar que a empresa existe é um projeto. Um site que precisa ganhar a confiança de quem está comparando três fornecedores para um contrato grande é outro.

Reconheceu esse padrão na sua empresa? Mandar o link do meu site

O que faz o preço subir ou cair

1. Quantas páginas, e por quê

Não é o número de páginas em si que pesa. É o motivo de cada uma existir. Uma página por serviço, uma por case e uma estrutura de blog fazem sentido para quem compete por contrato grande e precisa aparecer no Google em buscas diferentes. Para quem precisa parecer confiável já, poucas páginas bem escritas resolvem.

Na Elev, isso vira formato:

  • Landing page: uma página, uma oferta, um botão. Para campanha, anúncio ou serviço específico. Leva de 3 a 5 dias úteis.
  • Site comercial: até 5 páginas, texto orientado à venda, formulário, WhatsApp, SEO técnico, analytics e publicação. De 7 a 10 dias úteis.
  • Site de autoridade: tudo do comercial, mais página por serviço, projeto ou case, estrutura de blog, Search Console e refinamento de mensagem. De 10 a 15 dias úteis.

Os três são sob orçamento. O prazo, por outro lado, já diz muito sobre o tamanho de cada um.

2. Quem escreve o texto

Esse é o item que mais pesa e o que menos aparece nos orçamentos baratos. Site sem texto pensado para venda vira um bonito "Sobre nós, Serviços, Contato" que não convence ninguém.

Escrever bem custa tempo: entender o que a empresa vende, o que o cliente pergunta antes de fechar e em que ordem as respostas precisam aparecer. Na Elev, o texto é escrito a partir de uma conversa de diagnóstico e aprovado antes do design. Texto primeiro evita refazer layout.

3. O que o site precisa fazer depois do clique

Um formulário que cai num e-mail que ninguém abre custa pouco e vale pouco. Um formulário que chega no WhatsApp de quem responde no mesmo dia, um botão de WhatsApp com mensagem já escrita e métricas para saber de onde vêm os contatos custam um pouco mais e mudam o resultado.

Integrações maiores, como loja virtual com carrinho, pagamento, frete e painel de produtos, pertencem a outro patamar de projeto.

4. A base técnica

Velocidade, estrutura que o Google consegue ler, indexação, analytics e Search Console configurados. Ninguém vê isso na entrega, mas é o que decide se o site aparece em busca e se carrega rápido no celular de quem pesquisa.

O que não deveria definir o preço

  • O tema bonito. Template é ponto de partida, não produto. O valor está no que vai dentro dele.
  • A "plataforma". Discutir ferramenta antes de discutir objetivo é sinal de proposta montada de trás para frente.
  • A quantidade de animação. Movimento só ajuda quando explica alguma coisa. Fora disso, só pesa no carregamento.

Uma pergunta que muda o cálculo: de quem é o site

Antes de comparar valores, pergunte em nome de quem ficam o domínio e os acessos. Na Elev, o site é do cliente, com domínio e acesso no nome dele. Ele pode editar quando quiser ou contratar um plano mensal de operação e suporte, se preferir não mexer.

Site que você não pode levar para outro lugar é aluguel com nome de compra. Isso precisa entrar na conta.

E depois que o site entra no ar?

Duas coisas costumam ficar de fora do orçamento e aparecer depois como surpresa:

  • Garantia. Na Elev, são 30 dias de garantia a partir da publicação.
  • Manutenção. Hospedagem, monitoramento, backup, correção de falhas e ajustes pequenos podem ficar com você ou num plano mensal, sob orçamento.

E uma expectativa importante: SEO técnico entrega a base, não a posição. Aparecer no Google depende de conteúdo, concorrência e tempo. Quem promete primeira página está vendendo outra coisa.

Dois exemplos reais

A Ohana Despachante, em São Paulo, não tinha site: quem pesquisava antes de ligar não encontrava nada. O site saiu com uma página só, em que cada serviço leva direto a uma mensagem de WhatsApp já escrita para ele, junto com o sistema que organiza o escritório.

O DespachoCerto precisava de outra coisa: um site de produto, com uma promessa e uma demonstração a um clique.

Dois sites de tamanhos bem diferentes, cada um do tamanho do problema que resolvia.

Como descobrir o seu número

O caminho mais curto é mostrar o que existe hoje. Mande o link do seu site atual, ou diga que não tem. A resposta aponta onde ele perde clareza, se vale reformar ou refazer e qual formato faz sentido. Prazo e orçamento saem dessa mesma conversa, por escrito, antes de começar.

Referências

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Conte o problema. A gente diz qual frente resolve.

Pode ser site, sistema, marca, conteúdo, tráfego ou estratégia. Descreva a situação em uma frase.